Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência
Brasil
Edição: Carolina Pimentel
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da
República, Thomas Traumann, respondeu ao editorial do jornal britânico Financial
Times que afirmou que a economia brasileira está “mais ou menos”, termo
usado inclusive no título do editorial. O ministro da Secom enviou uma carta ao
editor do periódico.
Na carta, Traumann se disse intrigado com os critérios que a revista
utilizou para classificar os países. Segundo o ministro, novas categorias de
análise sobre o mercado requerem critérios sólidos e comprovados, sob o risco
de haver “análises mais ou menos”.
Para o ministro, se os critérios do jornal fossem levados em conta, a
maioria das economias mundiais poderia ser rebaixada para “mais ou menos” e o
jornal "se sentiria eticamente inclinado a sugerir a economias amigáveis
mudanças em suas equipes de administração, a fim de reduzir tanto as suas
vulnerabilidades e aumentar a sua credibilidade".
Apesar de reconhecer que o jornal contextualizou corretamente o
“agravamento do ambiente global”, o ministro disse que o Brasil tem aliado, ao
longo dos últimos dez anos, "crescimento da inclusão social e estabilidade
econômica dentro da conjuntura de pluralismo democrático e liberdade
empreendedora", acrescentando que não há características de país vulnerável.
Traumann cita ainda os números da economia nacional em 2013, ano que
fechou com crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), inflação
abaixo de 6%, taxa de desemprego de 5,4% e reservas internacionais de US$ 376
bilhões.
Fonte:
Agência Brasil
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